sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Switched at Birth - 1x12 : The Tempest, 1x13 : Self-Portrait with a Bandaged Ear e 1x14 : Les Soeurs d'Estrees

    Hora de largar a preguiça e falar da delicia que é esta serie. 


    Três episódios em saldos incrivelmente positivos, certo?  A começar pelo caso principal da prisão de Emmett – que acertei em cheio ao relacionar com a pichação/arte de Bay. Se fosse no Brasil nem ia ser esta polemica toda, e se pensar bem, coitado do garoto se fosse preso nestas terras, duvido que tenham interpretes disponíveis. Nesta hora me rendo a serie com elogios pela forma honesta que tudo foi tratado. Terminar um episodio do ponto de vista de Emmett, sem entender nada do que acontecia, e começar o outro do ponto de vista dos policiais foi sacada de mestre. Mas os problemas estavam só começando.

    Em tudo isso Emmett agiu da melhor forma possível, não culpando ninguém, mas querendo um tempo para si próprio. Sua mãe, adotando o estilo surdomal, o castigou como qualquer mãe, mas estava claro que o maior castigo não era pela prisão e sim por namorar uma garota ouvinte – caso dado por encerrado quando ela pede que Daphne fique para o jantar, mas não pode ver a namorada chegar perto, cortando até as mensagens de celular. Eu entendo a Melody como mãe e que vê em Bay uma má influencia, mas sua atitude punitiva e restritiva não se justifica.  Emmett decide então se mudar pra casa do pai, deixando a mãe literalmente sem palavras – nem sinais. 

    Falando em justificar, tinha até esquecido toda a historia de que a Regina sabia de tudo sobre a troca na maternidade. Trouxeram no momento certo e tudo ficou bacana. Parece que o Ângelo quer somente fazer as pazes, mas nunca se sabe, um pé atrás não faz mal a ninguém e Regina está entregando as pontas muito facilmente. 

        A parte da troca de advogados foi bacana e fiquei com dó do advogado novinho “pedindo” uma chance e dizendo que aprendeu tudo com o pai. Novamente fico desconfiado, mas espero que tudo dê certo. E tá aí uma coisa que a serie conquistou em mim, ela me faz torcer pelos personagens! Um exemplo claro e lindo foi a Daphne trabalhando com Bay para salvar a moto de Emmett, foi divertido e sincero e, novamente, humano. Ninguém é completamente bom ou mal, somente pessoas em situações diversas. Fiquei até com pena da Daphne imaginando um beijo com Emmett e acordando com ele a perguntando o que ela tanto olhava. É Daphne, para de olhar que o homem tem dono.
    Tenho ainda que comentar que minhas desconfianças não se restringem ao advogado novo ou ao Ângelo, mas a uma tal de Simone, que tenta dar uma de Yoko Ono, super fã da banda, querendo ser diretora do clip, sei não... Toma cuidado Toby.

    Em meio a tantas desconfianças, nada pode ser exatamente o que tememos e só nos restar aguardar porque ainda tempo vários episódios pela frente, que beleza!

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