Excelente trilha para quem está procurando boa musica cristã de qualidade em pleno sábado.Palavraantiga e ainda por cima, acústico! E a propósito, sim, eu já li Rookmaaker (rs) e recomendo a todo artista cristão ou não!
sábado, 20 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Pronto para o fall season?
Eu não, confesso que estou atrasado em varias coisas, mas isso não me impede de já futricar na internet e procurar o que devo ou não assistir, e tem bastante coisa na lista: Ringer, Up All Night, The Secret Circle, The PlayBoy Club, Person of Interest, Pan Am, Hart of Dixie, Homeland, Once Upon a Time e Hell on Wheels. E sim, tem CW aí no meio (medo!), mas claro que nunca consigo assistir tudo, até porque uma penca vai ser cancelada (façam suas apostas!). Exatamente por isso é bom aguardar um pouco antes de assistir e se apegar em uma serie, assim sabemos se o negocio presta e se vai durar algo.
E eis que surge na lista a nova serie do Ryan Murphy, American Horror Story, (o mesmo de Glee, do qual tomei vergonha na cara e não vou mais assistir na próxima temporada) e tem gente boa e teve piloto elogiado. Para completar lançaram um teaser bem bacana (logo abaixo) da serie que promete terror e sensualidade (oi?) com a presença da linda Connie Britton, confira e dê a sua opinião.
Cinema: Super 8
Super 8 é exatamente aquilo que se propõe, uma divertida e despretensiosa homenagem aos filmes oitentitas de Steven Spielberg. Os enquadramentos, a historia base, o ser de outro mundo, tudo está lá, acrescido de umas pirotecnias mais modernas e não menos bacanas.
A historia é simples: enquanto Joe (Joel Courtney) e seus amigos tentam fazer um filme de zumbi acabam presenciando um acidente de trem que libera uma criatura misteriosa e atrai as forças armadas para acobertar o ocorrido. O monstro só aparece lá pro final, uma lição de Cloverfield (que também é puro entretenimento) e Lost, afinal J. J. Abrams está no controle e soube brincar muito com todos os elementos.
E apesar de amar Kyle Chandler – que pra mim sempre será o eterno policial que explodiu em Grey’s Anatomy e o inesquecível técnico Taylor em Friday Nithgs Litghs - são as crianças, desconhecidas do publico, que comandam o filme e entregam ótimas atuações e situações cômicas que não perdem o tom de realidade, principalmente a fofa da Elle Fanning (por onde anda a irmã dela mesmo? Naquele filminho de vampiro é?)
Como já disse, não é um filme para refletir muito. É um filme de férias, para sentar, comer muita pipoca, sorrir e se emocionar. E se você não está de ferias, nada melhor que boas lembranças de 30 anos atrás para esquecer da vida…
P.s. Só senti falta de alguma cena logo seguida aos créditos, tudo termina tão rápido.
Damages 4×01 – There’s Only One Way To Try A Case
Para tirar a poeira desde blog, nada melhor do que falar do retorno de Damages, não?

Não me empolguei e/ou adorei o episodio, mas estava com saudades destes personagens e do clima da serie, sempre com aqueles quebra cabeças que nos é apresentado e pouco a pouco vai sendo solucionado.
Mesmo não achando OMG, tenho que dizer que foi muito bom este retorno com a Patty de avó creepy, toda amiginha da Ellen, cada vez mais manipulativa e tal – tudo em nome da amizade. Nem a Claudia acredita…
E convenhamos que este caso deve render bons momentos. Junte a isso uma temporada mais curta (10 episódios) + John Goodman (sempre muito bom) e seu exercito particular + Jerry Boorman com seu árabe em dias e cara de psicopata pra alegrar o dia; temos tudo para uma temporada empolgante, não espero outra coisa.
P.s. A Patty bem que avisou mas a Ellen não ouviu, não pode mais ficar chorando no final do episodio…
Revival: Veronica Mars - 1ª Temporada
Com pouco ou nenhum spoiler.
Com o fim da década fica certa tristeza para os apreciadores de series adolescentes inteligentes. Partiram The OC, com suas ótimas tiradas, Gilmore Girls, que até certo ponto é uma serie voltada para adolescentes, FNL (que acabou este ano e em breve farei comentários) e uma das minhas preferidas (também): Verônica Mars (que por aqui recebeu subtítulo bocó de A Jovem Espiã). Não me entenda mal, mas Glee e Gossip Girl são muito fracas e quase sem desenvolvimento de historia e personagens; poderíamos até falar de Skins, mas isso é assunto para outro post, ate porque Skins que vai à contramão do mercado americano. E foi com saudades de boas series que me deparei com um Box de promoção de Veronica Mars e rapidamente aproveitei a chance em uma maratona matadora para meu coração.
Você me pergunta: O que a serie tem de especial? Criado po Rob Thomas
e Joel Silver, a principio tem elementos que muitas outras têm: foco em uma adolescente de 17 anos e seus tempos complicados com escola, namorado, família, amigos, algumas boas tiradas, uma pitada de comedia; mas Verônica Mars é uma serie inteligente que nos prede dende o primeiro episodio. Imagine as dificuldades que é ser um jovem no ensino médio que tenta se encaixar na escola e nos seus nichos diversos. Agora pense como se sentiria se:
e Joel Silver, a principio tem elementos que muitas outras têm: foco em uma adolescente de 17 anos e seus tempos complicados com escola, namorado, família, amigos, algumas boas tiradas, uma pitada de comedia; mas Verônica Mars é uma serie inteligente que nos prede dende o primeiro episodio. Imagine as dificuldades que é ser um jovem no ensino médio que tenta se encaixar na escola e nos seus nichos diversos. Agora pense como se sentiria se:
- A cidade em que estuda é basicamente dividida na classe dos abastados e dos pobres que trabalham para as famílias milionárias;
- Seu namorado (Ducan) rompe relações, sem razão alguma, e começa a te evitar;
- Sua melhor amiga (Lily), irmã do seu namorado, morre em condições misteriosas;
- Seu pai, o xerife da cidade, acusa o pai de Lily de assassinato – o homem mais poderoso da cidade, fazendo pressão publica para sua demissão do cargo.
- Alguém assume a culpa da morte e seu pai pede toda a credibilidade. Sua mãe começa a beber e depois sai de casa sem explicação e sinal do paradeiro.
- E por fim, todos seus amigos passam a te odiar e você ainda é abusada sexualmente em uma festa.
Com tanta desgraça só no piloto da serie, pode-se pensar que o clima vai ser pesado, mas é exatamente o contrario. Isso é somente pano para manga a ser resolvido durante 22 episódios redondinhos e deliciosos. Enquanto a personagem principal tenta organizar sua vida, ajudar o pai, que passa a trabalhar como investigador particular, e descobrir quem assassinou sua amiga, sobra tempo para casos semanais que muitas vezes acabam se misturando ao mistério central da temporada. Tudo bem feito e amarrado para mostrar que nada é o que parece nesta pequena cidade costeira que chama Neptune. Aliás, os casos semanais sempre tem uma surpresa bacana ao final, toda resolução parece plausível. E não posso deixar de falar o quanto amo quando a Verônica se disfarça para um caso ou quando investiga com o pai, a interação dos dois é sempre ótima.
O principal, talvez, seja exatamente a capacidade da serie de nos fazer amar seus personagens e torcer por eles. Falta em muitas series o fator de identificação e carisma, mas aqui temos Verônica (Kristen Bell), seu pai Keith Mars (Enrico Colantoni), seu novo melhor amigo Wallace Fennel (Percy Daggs III) , um bad boy líder dos motoqueiros e alguns riquinhos mimados mais que tem lá no fundo um coração – tá que alguns são podres até o caroço, mas vamos pular essa parte . Há momentos de identificação com casos que acabam envolvendo fatores como amizade, dinheiro, aceitação e família, em uma serie de clima noir - e isso é genial em uma serie adolescente. Outra coisa bacana é que sempre penso horas nas historias e diálogos bacanas, quando algo é bom não sai da sua cabeça e te faz pensar (tem coisa melhor que isso?); somos convidados a montar o quebra cabeça proposto pela serie.
Diversas figuras conhecidas pintam na serie, entre elas: Leighton Meester, que já causava antes mesmo de entrar em Gossip Girl; Amanda Seyfried, Tina Majorino, Aaron Ashmore e outros, mas não vou falar mais para não estragar a surpresa. Fica aqui, portanto, a dica e aguardemos com paciência que a Warner tome vergonha na cara e nos traga as duas temporadas que restam…
P.s. 1: O Box brasileiro não tem extras, fora umas cenas extras de alguns episodios.
P.s. 2: A serie foi escolhida como uma das melhores da decada pelo Série Maníacos, para mais informações: http://www.seriemaniacos.com.br/blog/veronica-mars-a-8%C2%AA-melhor-serie-da-decada/
"Homem ao mar!
Que Importa! O navio não para. O vento sopra e ele tem uma rota que é forçoso seguir. E segue avante. (…)
Ó marcha implacável das sociedades humanas! Perda de homens e almas ao meio do caminho! Oceano onde some tudo o que a lei deixa cair! Sinistra inexistência de auxílios! Ó morte moral!
O mar é a inexorável noite social onde as sentenças lançam seus condenados. O mar é a miséria incomensurável. A alma, à mercê da voragem, pode transforma-se em cadáver. Quem ressuscitará?"
Victor Hugo in Os miseráveis
"O mesmo fôlego é soprado na flauta, na corneta e na gaita, mas o som produzido difere conforme o instrumento. Da mesma forma, o mesmo Espírito age em nós, filhos de Deus, mas diferentes resultados são produzidos, e Deus é glorificado por meio deles, de acordo com a personalidade e o temperamento de cada um."
Sadhu Sundar Singh
Resenha:O inverno está chegando… A Guerra dos tronos
Quando ouvi falar sobre A Guerra dos Tronos como um descendente de livros como “O Senhor dos Anéis” ou Nárnia, minha empolgação era tanta que quase comprei a versão importada, em português de Portugal, mas deixei pra frente, e fui deixando, até que o soube que o livro ia ser lançado no Brasil, seguindo a euforia do lançamento da serie pela HBO, e, quem diria, com a polemica tradução não do original, mas da versão em português de Portugal que outrora eu pensava em comprar.
Antes de qualquer coisa, o livro tem elementos de magia e batalhas que, sim, lembram O Senhor dos Anéis, mas não se resume a isso e não vá ler pensando ser isso. Como alguns comentaram na internet, tem umas pitadas Bernard Cornwell e segue uma linha até certo ponto mais realista e adulta, incluindo cenas de sexo e um incesto descoberto mais a frente. É sim uma “Família Soprano na terra media”. Escrito por George R. R. Martin, o grande trunfo do livro é o foco a cada capitulo de um personagem diferente,num total de oito, mas sempre seguindo uma linearidade narrativa. Se você não gosta muito de um personagem, não há com que se desesperar porque os capítulos são curtos e logo o que você gosta vai ter a vez, mas isso tem um preço, e o primeiro livro das crônicas de gelo e fogo assumem modestas 592 paginas – um tijolo que minha mãe perguntou se não era um dicionário.
A historia, para não revelar muito, segue o novo Mão do Rei Eddard “Ned” Stark, senhor das terras do norte, após a morte súbita e misteriosa do antigo ocupante do cargo. Ned, um dos meus personagens favoritos, diga-se de passagem, e sua família se vê então em uma rede de intrigas e mentiras que podem dar fim ao rei Robert Baratheon e levar os antigos reinos a abandonar a paz. Enquanto isso, acompanhamos o filho bastando de Ned, John – outro preferido da minha parte, que ao se integrar aos Guardiões da Noite começa e perceber forças misteriosas e aterrorizantes do outro lado da Muralha, seres cujas intenções e faces não estão claras, mas que não parecem ser nada amistosas. Por fim, resta a ultima herdeira de um rei deposto, a filha do dragão, Daenerys Targaryen, que pretende retornar e dominar aqueles que aniquilaram sua família.
Quanto a minha opinião, o livro é fantástico e cria um mundo em que mergulhamos com facilidade, mas confesso que ao ler nestas férias sentia certa preguiça para começar a leitura, pois o livro é enorme e possui muitos personagens, sendo que vários morrem, do qual acabava sem saber a qual se apegar ou guardar o nome. E aí que os capítulos curtos e centrados nos personagens ajudam nesta viagem sugerida pelo autor de descobrir um mundo onde invernos ou verões podem durar anos e governos se dividem em frágeis relações com suseranos e vassalos que podem mudar de lado a qualquer hora. Os personagens são interessantes e a historia é cheia de reviravoltas. A narração flui mesmo que com alguns tropeções – alguns da tradução, outros do próprio autor que por vezes coloca coisas repetitivas demais em algumas cenas (como o corvo chato na patrulha da noite ou os meitres que vivem incomodados com suas correntes no pescoço), mas afinal ele não é Tolkien, e deixa um ótimo gancho para o próximo livro, que deve ser lançado ainda neste mês pela editora Leya .
Se você procura uma boa obra, encontrou, e como bônus já pode ficar como eu, ansioso pela estréia da adaptação na HBO em abril. O inverno está chegando… E trás lobos gigantes, fantasmas, venenos e intrigas. Imperdível.
PER-FEI-TO
Nada é perfeito, certo?
Mas isso não nos impede de correr atrás da perfeição, de desejá-la, e isso condiz com nossa essência que sempre fica atormentada, querendo mais, nunca satisfeita com o que tem ou fez. Ícaro não se contentava como voar alem do que qualquer homem já fizera, ele queria tocar a pureza do céu, atingir um novo patamar. E talvez por isso a busca só possa levar a morte: esperança de que em algum momento, na outra vida, seremos perfeitos e satisfeitos com nossos atos e posses.
Toda essa introdução só para dizer que amei Black Swan (Cisne Negro), novo filme de Darren Aronofsky – que, para minha vergonha, quase não conhecia – com a perturbadora atuação de Natalie Portman (pronta para o Oscar desde “The Closer – Perto demais”) em um filme que a principio reúne elementos já conhecidos em qualquer suspense/terror, mas ultrapassa isso por nos conduzir e uma reflexão mais profunda de uma bailarina atormentada por suas limitações e dualidades, uma mãe super-protetora, desejos contidos e a eterna busca pela perfeição.
Duas coisas ficaram claras para mim após sair do cinema: 1) O filme é perturbador e reflexivo, passei horas pensando nos contextos, insinuações, possíveis metáforas, e nada melhor do que um filme que meche com você (uma das principais funções do cinema é nos ‘fazer sentir’) e o faz pensar; 2) Preciso urgentemente ter mais cultura e assistir apresentações como a do filme. Dei-me conta que nunca assisti uma apresentação de balé, afinal, o ideal nem sempre é alcançado…
Viajar sem sair do lugar
digressão
di.gres.são
sf (lat digressione) 1 Desvio do rumo; excursão, passeio. 2 Desvio do assunto ou tema de conversa; divagação. 3 Evasiva, subterfúgio. 4 Astr Desvio de um planeta relativamente ao Sol. Var: digresso.
di.gres.são
sf (lat digressione) 1 Desvio do rumo; excursão, passeio. 2 Desvio do assunto ou tema de conversa; divagação. 3 Evasiva, subterfúgio. 4 Astr Desvio de um planeta relativamente ao Sol. Var: digresso.
Como coloquei na 1ª citação, digressão é mudar de rumo, divagar ou mesmo passear. Grandes autores utilizam com freqüência em suas obras (para aumentar minha curiosidade com os acontecimentos) e confesso que faço isso varias vezes ao dia. Me perco em pensamentos, no que falei ou deixei de falar, do episodio de uma serie cuja cena me faz rir toda vez que surge a memória, ou em como aquele livro parece ser fantástico… Não é bom ficar pensando às vezes em tudo, às vezes em nada? Ou mesmo ser guiado por um novo caminho quando lemos um livro, assistimos a um filme ou serie, ouvimos uma musica que nos leva a uma nova reflexão ou, simplesmente, a esquecer o mundo real e relaxar em nossa poltrona ou cama?
Este espaço serve pra isso: criticar, enaltecer, comentar, viajar… Tudo sem sair do lugar, mudando de rumo conforme o vento nos dita, porque a mente não tem barreiras, ponto ou vírgula, só um fluxo que muda sem parecer ter ou necessitar de sentido. Aos que quiserem embarcar nesta brincadeira, ou jornada, sejam bem vindos!
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