terça-feira, 6 de dezembro de 2011

How I Met Your Mother – 07x12 - Symphony of Illumination


Momentos altos e baixos neste episodio, que nem por isso deixou de ser surpreendente ou uma delicia de se assistir...

Vamos para os vales, porque as montanhas só nos reservam coisas boas: Marshall com seu instinto paternal foi meio boboca e repetitivo, é quase aquela historia de ajudar os bandidos a roubarem a casa, fora que foi esperado que o garoto o enganasse. Lily comprando coisas pras crianças também foi meio bobo, mas teve lá suas gracinhas. 

                Dito isso passemos para o melhor do episodio: os roteiristas me enganaram direitinho! E a estupidez foi minha, afinal de contas, pois só eu mesmo pra pensar que aqueles eram os filhos reais de Robin e Barney – uma serie que enrola 7 anos e ainda não mostrou a mãe vai nos revelar que Robin casou com Barney e tiveram dois filhos (um de terno e gravata, genial!) em apensa um episodio? Nunca! Mas que fui pego na brincadeira fui, tanto que acho que quem escreveu este capitulo não pensou no quão triste ele seria como produto final. 

                Como já disse anteriormente, se a temporada anterior foi para amadurecimento de Barney, este tem se encaminhado para aquela que acredito ser sua noiva. Robin está deixando de ser a loser no trabalho e na vida para ser alguém – como já nos adiantou o finalzinho do episodio. E isso muito me alegra, porque reclamei muito deste desleixo com a personagem, e agora vejo que fomos congratulados com boas decisões. 

                A parte da comedia continuou fantástica! Gostei muito das cenas iniciais, com Robin socando Barney, e dos dois dançando com a medica ao descobrir que não seriam pais. As reações dos amigos foi bacaninha e as cenas com os bebês foram muito fofas. Ri muito de Ted e Lily tentendo deduzir o problema e quase matando Barney do coração. Será mesmo que teremos uma temporada imbatível? Somente um episodio ruim até aqui e vou comemorar muito se a serie seguir tão bem até o final.  

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Once Upon a Time – 1x05 – That Still Small Voice


Quando Once Upon a Time é o que Lost não podia se permitir ser. 


Para e pensa: a historia se passa em uma cidade (ilha) onde ninguém pode sair (idem), todos tem um destino para quebrar a maldição (os escolhidos x “Não deixe a escuridão sair da ilha”), temos a luta eterna entre o bem e o mal (homem de branco e homem de preto) e ninguém reconhece que é um personagem de contos de fada (o purgatório com toda sua Luz irradiando das janelas da igreja Nossa Senhora dos Viciados de Lost). Pode parecer mimimi com Lost, e sou um dos que não se agradou com o fim da serie, mas aqui é diferente. Por mais que aponte semelhanças tenho gostado de Once Upon a Time porque, diferente da antecessora, está pode realmente abusar de fantasia, ser uma serie sobre pessoas e colocar o que quiser na salada. Não há um limite palpável. Os produtores só precisam de um pouco de criatividade, alguns bons diálogos e efeitos - e ainda sonho que os efeitos melhorem.

Mesmo continuando torcendo o nariz para as cenas do Flashback com o menino descobrindo que os pais viraram bonecos ou a fada azul de asas que davam vontade de me estrangular... Estou amando essa serie! Eu sei, sou um caso perdido. Mas como não amar este episodio sobre o grilo falante? Tudo foi muito bonito e bacana, como todo conto de fada deve ser. Os paralelismos na serie continuam afiados e foi interessante acompanhar a transformação do psicólogo como grilo, ou a voz da consciência. As cenas com o garoto no protótipo de escotilha foram bem feitas e os diálogos surpreenderam – o mesmo vale para as cenas com as duas mães do lado de fora da mina. Aqui os personagens conseguiram soar honestos e criveis mesmo num cenário impossível – ponto para o elenco. 

E se desenvolver bem os personagens já consegue me conquistar o coração, o que dizer do James, ou Príncipe Encantado, para os mais íntimos, e a Maria? O casal é bonito e nos desperta aquela coisa básica de torcer pelos dois – mesmo sabendo que tá rolando um adultério de mentira. Só fico preocupado de trabalharem tantos contos de fala, será que não vão se perder? Pela experiência com Lost creio que a serie pode nos oferecer mais e mais momentos bacanas. Já espero ansioso pelo próximo episódio. 

Observação final: Sim, eu vi a barrinha de Chocolate Apollo, a.k.a. o chocolate de Lost. 



sábado, 19 de novembro de 2011

The Big Bang Theory - 5x10 - The Flaming Spittoon Acquisition


Todo mundo tá sabendo que eu tenho criticado, e muito, esta temporada – principalmente quando vejo o disparate na audiência quando comparado a Community, algo injustificado - mas tenho que admitir que tenho gostado e rido muito destes dois últimos episódios. Eles tem tido um efeito estranho sobre mim, começam meio bobos e sem rumo e conforme passam e começo a pesar, foram super divertidos. 

Sei que vai ter muita gente reclamando da historia do namoro de Sheldon com Amy – que não deveria existir ou que o episodio não serviu pra nada, ou o que seja. Mas a coisa foi bacana, por mais FRIENDS que tenha sido - mentira, Friends é muito melhor e se você discorda é porque não entende de series. Ponto. Mas venhamos e convenhamos que foi até fofo o Sheldon com todo aquele romantismo a moda antiga e as piadas agradaram muito.

Como não rir do Sheldon e suas batidas inconvenientes na porta (que desta vez tiveram três variantes)? A piada é velha, mas a reciclagem foi bem pensada e se garantiu. O contrato de namoro não podia faltar, mas Amy não aprendeu com o Leonard e deixou de consultar o advogado....

Alguns comentários/destaques:

 * Tadinho do Stuard, menino sofrido só ficou com um dólar para jujubas.

* Amy ganhando corações no cinema, quem diria? Mas também com tanto “macho” desesperado...

* Leonard ensinando historia, preconceito nerd aí... rs.

* Melhor dialogo ever:
Penny: There was a guy I liked, and I never told him how I felt. Eventually, he started going out with someone else, and I always regretted it. Do you see where I'm going with this?
Sheldon: I believe I do.
Penny: Mm.
Sheldon: I'm the guy.
Penny: You're not the guy.
Sheldon: Are you sure? That would explain so much. Your constant presence in my apartment, that baffling dalliance with Leonard just to be near me, the way you call me "sweetie" all the time.
Penny: I call everyone "sweetie."
Sheldon: You tramp.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

How I Met Your Mother - 7x10 - Tick Tick Tick

               Não sei a opinião geral, mas eu só tenho elogios por este episodio de HIMYM!


                E Como não ter? Foi bem construído, demonstrou planejamento dos produtores e me deixou a espera do que vai acontecer – algo sempre bom e que anda sumindo na series atuais. O fator continuidade ainda é um dos mais importantes na serie, queremos que as historias tenham continuação e que nos prendam.  E enquanto assistia não pude deixar de pensar que as coisas não vão se resolver tão fácil na serie para Robin e Barney. Enquanto ele se encaminhou na temporada passada para ser o homem pronto para um relacionamento, ela continua, em suas próprias palavras, uma bagunça. E isso me faz pensar que está temporada pode definitivamente ser a temporada da Robin – o que a coloca como noiva a ser revelada no fim da temporada.

                Outra coisa que não saia da minha cabeça é que na temporada passada se deu a entender que a Robin deveria ter outro pretendente, um caso não resolvido. Mas talvez seja minha mente divagando. Mas creio que muitos acharam este episodio mais triste, e foi mesmo, porém creio que foi necessário e muito bem balanceado em termos de piada. Ri muito com o cara cantando que eles deveriam contar sobre a traição, foi hilário. Assim como ri com Marshall e Ted chapados em seus eternos dois minutos – uma coisa muito boa nesta temporada, e típico da serie, é que as metáforas e brincadeiras funcionam para todos e não somente um personagem.

                E é por essa dosagem tão perfeita de drama e comedia que o episodio me conquistou e a temporada segue de forma fenomenal. Muito amor pelos personagens e pelos sacanas dos roteiristas que cada vez mais nos vendem o casal Robin e Barney como um dos mais fofos da TV.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

The Big Bang Theory - 5x09 - The Ornithophobia Diffusion


 Me responde: quem, em sã consciência, vai ao cinema assistir um filme sobre como construir barragens na américa do sul?
Na versão NERD: Quem pagaria pra ver no cinema algo que perfeitamente está nos Discoverys da vida? E em alta definição?! 

 
Vá lá que para os homens, a maioria, eu até gosto, assistir filmes “água com açúcar” não é a coisa mais emocionante. Mas escolher filmes sobre barragens é tão pedante como só o Leonard sabe ser. Sorte que Penny conseguiu dar o troco, afinal “Não era um encontro, certo?”.  No fundo fico pensando quem iria falar as bobagens que o ele fala, mas o episódio já contou pontos comigo pelo dialogo muito bem construído no não-encontro:

Penny: Não, estou falando porque ele é fofo.
Leonard: Fala serio, ele não é fofo.
Penny: Sim, ele é. Com aquela camiseta bobinha e aqueles óculos de hipster.
Leonard: Eu uso camisetas bobinhas e óculos.
Penny: Sim, mas quando se é alto e tem um rosto másculo, você usa por ironia.    

Ou na versão não traduzida:

- No, I'm talking to him because he's cute.
- Come on, he's not that cute.
- Yes, he is. With his dorky T-shirt and his little hipster glasses.
- I wear dorky T-shirts and glasses.
- Yes, but when you're tall and have great cheekbones, you're doing it ironically.

A intolerância de Sheldon com os pássaros - apesar de ter dado alguns sorrisos amarelos com suas tentativas frustradas de imitar um gato e assustar o pobre animal da janela (e, vá lá, a janela se rachando foi genial) acho que a piada se estendeu mais que deveria. Inegável é que as melhoras piadas vieram da situação como o Sheldon afirmando que o “pombo do amor” vai levar mensagens para seus inimigos ou a Amy reclamando que para se ter carinho era necessário ter penas. 

No fim das contas foi um bom episodio e creio que não dá pra esperar mais nada espetacular da serie, somente bons momentos intercalados de alguns medíocres, mas que no final nos fazem rir.  

E nem vou comentar sobre as opções de tatuagem do Raj

P.S. Alguém tem que dizer pro Jim Parsons  que esse negocio de malhar tá começando a aparecer nas roupas e que isso não soa como coisa de serie nerd, por mais saudável que seja.  Só eu acho que ele está ficando meio bobado? Pelo menos o Leonard disfarça com as roupas.  
P.S. 2: Que diacho aconteceu com o cabelo do Sheldon? 


How I Met Your Mother – 07x09 - Disaster Averted

Depois do terrível deslize da semana anterior, eis que a serie nos presenteia com o melhor episodio da temporada...


 ... E que, ao menos pra mim, pode muito bem ser enquadrado no hall dos melhores da serie, não? Afinal estava ali tudo que amamos, momentos fofos intercalados por boas piadas entre amigos. Como não amar Marshall em seu momento Alan Poe e sentindo medo de que um urso o abuse sexualmente? Ri muito (só eu achei isso?) e fazia tempos que a serie não me divertia tanto do começo ao fim. 

E por falar de fim, vou comentando logo que sou sim fã da dupla Robin e Barney. E acho que ninguém pode negar que neste episodio os dois tiveram clima na ceninha da chuva, um pouco forçada e tal, mas bem bonitinha. E o beijo no final foi meio que esperado após a historia, mas fica um ótimo gancho sobre como a coisa vai se desenvolver daqui pra frente já que todo mundo tem seu par na serie e a situação dos dois não deve se resolver tão cedo. 

Outra coisa deliciosa foi a volta da aposta do tapa. Não só tivemos dois tapas inesperados, como ainda ganhamos mais dois! Fora que a historinha da gravata dos patinhos ainda não acabou, final ainda tempos uma historia no futuro, o que me deixa curioso. Digo e repito: ótimos ganchos para os próximos episódios. Amando muito tudo isso!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Once Upon a Time – 1x03 – Snow Falls

Eu demorei a falar, mas uma hora tinha que sair: Chapeuzinho vermelho, ou Ruby,  é uma baita de uma piriguete (é assim que escreve?), né?



                E em um episodio que conhecemos a vida pregressa da Branca de Neve a coisa está se encaminhado de uma forma bacana. A formula flashes de contos de fada intercalada com a realidade tem sido interessante e bem feita – é só não abusar dos (d)efeitos medonhos que a gente perdoa. E a verdade é que estou gostando da serie, é bonitinha e agradável. Ainda espero coisa melhor dela, mas já estou me apegando. Gostei da historia da Maria sozinha sem esperar amores a primeira vista, a menina não é tão boba como pensávamos, e a versão da Branca de Neve é fantástica: destruidora de lares, ladra, assassina (?) e comerciante de pó magico – além de estar bem integrada com o gueto – como dia a Camis. Concordo com as opiniões por aí de que o casal tem química, o que não ficou de cara no piloto.

                Muito bacana a MegaEvil armando pra todo lado e nos surpreendendo com a aparição repentina da suposta esposa de James/Encantado/Desconhecido. Nessa me pegaram direitinho, e como eu gosto de surpresas. No final o dialogo da Vossa Maldade só serviu para fazer Emma morar com a desolada Maria, o que já era previsível no começo do episodio. Mas foi um bom capitulo e creio que as coisas podem sim melhorar muito mais.