Faz muito tempo que não escrevo sobre Grey’s, mas acredite, quando uma serie faz uma sequencia de episódios simples e bacanas não há do que reclamar, na verdade nem do que comentar mesmo. E esta temporada tem sido uma delicia de se acompanhar, o que é um milagre quando pensamos que a serie está na oitava temporada! Oitava! Dá pra imaginar?
Mas como não gostar de um episodio que relembra o O’Marlley com sua mãe no hospital tentando ouvir historias e saber o que se passou nestes anos? Como não se comover com o discurso de Bailey falando dos seus internos como filhos e de sua dor por perder o preferido? Como não amar o Richard dando conselhos a Yang e Avery através de um coração dentro da caixa? Foi poético, lindo de se ver! E falando em poético, nada mais bacana do que a analogia das personagens da paciente da vez com a mini-Grey, coisa que a seria não fazia faz um tempo, mas que mostra ainda força na condução do enredo. O final com o esposo da Dr.ª Altman foi bom e nos fez até se importar com uma personagem que vivia apagada.
Só sei que Shonda Rhimes conseguiu de novo, e colocou nosso coração em uma caixa cheia de emoção. Piegas? Eu sei, mas a mais pura verdade.
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